Controle de horas: como e porque

Atualmente, trabalhando na Clint, tenho feito o controle das minhas horas de forma “manual”. Tínhamos um sistema de ponto eletrônico que não é mais feito o acompanhamento, e a(h)gora apenas imprime a hora, mas mesmo assim guardo estes papeis e faço o controle de horas.

Sou frequentemente questionado o porquê disso, já que não há uma cobrança rígida nas horas, já que sequer este controle é feito. O motivo é simples: experiências ruins são mais marcantes que as boas.

Deixe-me explicar. Tenho como rotina tentar chegar às 9 horas da manhã, faço uma hora de almoço, e saio pouco antes das 19, já que o contrato é de 44 horas semanais, mas por vezes se faz necessário, ou melhor, muito importante que eu fique até mais tarde para resolver coisas que cabem unicamente a mim, e isso não é um grande problema, mas certamente não é nada que eu goste, afinal ainda é um emprego, e esses momentos marcam. Marcam muito mais do que dias como hoje, que sai uns 30 minutos mais cedo por não estar muito bem do estomago.

É aí que entra o meu controle de horas. Sem ele, a tendência é a minha insatisfação pelas horas a mais trabalhadas se sobreporem as horas que não trabalhei, levando a um desgosto talvez não justificado.

Então, chegamos a parte do como. Temos aqui um famoso caso de coisas que pensei em fazer um software, mas uma tabela resolve. Fiz uma tabela simples, que certamente poder ser melhorada e adaptada para os diferentes casos de uso. No meu caso ela tem dois horários de entrada e dois de saída por dia, e calcula baseado numa carga horária de 44 horas semanais. Ela não é plenamente automatizada, mas tem servido para o caso.

Na imagem, o exemplo de como ficou no mês de julho.

Tabela mostrando meus horários no mês de julho

Deixo aqui o link do Google Sheets para quem tiver interesse.

unsplash-logoTyler Nix

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